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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Enquanto o Pais mergulha em uma profunda crise, nos maçons nos preocupamos se somos regular ou não, vaidades so vaidades, não levantamos templos a virtude, não buscamos a união entre os Irmãos, divididos somos fracos.
Continuamos omissos aos acontecimentos, poucos grupos postam comentários nas redes sociais, alguns ate tentam protestar nas ruas, porem sempre com o espirito de regular ou não regular, não aceito irmãos de outras potencias.
Não temos coragem de cobrar dos nossos irmãos políticos, muitos so se apresentam nas lojas em época de eleição, porem suas posturas não condiz com os princípios maçônicos, e mais uma vez ficamos calados.
Nossa meta deveria ser a união, para uma  luta feroz contra a corrupção, contra a violência, contra os políticos que estão legislando em causa própria.
“maçons unidos” vamos formar uma Loja única, loja Brasil e lutarmos enquanto temos por que lutar.

Guttenberg Senna


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Em 2016, um feliz Natal
Irm Antônio do Carmo Ferreira
 
“Purifica   teu  coração antes de permitires que o amor entre nele,  pois  até   mel  mais  doce  azeda num  recipiente sujo.”  (Pensamento atribuído a Pitágoras). 

     João, Luiz, Miro e Sandra lançavam seus olhares sobre  o salão, nas mais diversas direções, como se buscassem algo! Bastante amplo o espaço, mas, doutra parte a observá-los, seus acenos me pareciam não lhes interessar a dimensão. Procuravam o melhor recanto, segundo a destinação do projeto que, na oportunidade, pretendiam executar. Era isto.
E encontraram ...
Aí, mãos à obra.Cada um no exercício de sua competência. Retirada de móveis. Varrição da poeira. Lavagem do piso. Extensão elétrica. Água de cheiro borrifada, deixando no ar um clima perfumado.
Que escolha! Que tratamento! Era decerto o melhor lugar, com o melhor aconchego, para recepção e permanência de alguém da maior estimação.  Como se fosse coisa de cinema:“Luz! Câmera! Ação!”
Num lapso de tempo, foram trazendo as peças. Demorou quase nada, e o chão foi coberto de muitas palhas. Um tapete sui generis.  Animais próprios daquele espaço, em miniaturas trabalhadas com  o barro de tracunhaém, foram dispostos ali. E entre eles, uma manjedoura, da mesma origem. Nela, forrada de seda azul, quietinho, quietinho, como um pássaro no ninho, uma criança de olhos bem abertos, esboçando riso.  Vê seus pais, possuídos da  felicidade dos premiados, encantados com a sua chegada. Mais acima, um estrela de muita luminosidade, clareando rumos, indicando novos e melhores  caminhos. Era o presépio, simbolizando o Natal e o que ele inspira.
João, Luiz, Miro e Sandra davam, com aquele gesto, uma grande lição à humanidade. Reprovavam a indiferença ao próximo, como fizera o gerente do hotel oriental, em negando, conforme narra a história, o devido amparo a uma mãe, então no sublime momento da maternidade.  Eles, ao contrário, ofereciam o melhor lugar de sua morada. E paramentavam e maravilhavam aquele espaço com o melhor que puderam para acolher o visitante que “se fez carne e habitou entre nós”.(Evangelho segundo João).
Eu estive a observar todo aquele trabalho. E me indaguei: por que as pessoas não procedem assim ? Limpando o coração dos entulhos, especialmente os da desavença e do ódio para com o próximo, para com  os irmãos, dando um break à tendência ao vício, aos maus costumes, e à criminosa apropriação dos bens que são dos outros ou que são públicos? Preenchendo o coração com o amor, símbolo principal de todas as virtudes?
Adverte o apóstolo Paulo, em sua I Carta aos Coríntios, que devemos perceber sermos  a morada do Espírito Santo! E aí, continuando seus ensinamentos, afirma ser  mais que a fé, ser mais que a esperança, SER O AMOR o melhor ornamento para embelezar a morada de Deus.
Entendamos que qualquer tempo é tempo para esses gestos. Todavia  nesse tempo que antecede o Natal, que os cristãos chamam de Advento, acredito ser a melhor das  oportunidades, para uma reflexão sobre a retirada dos entulhos e as semeaduras do amor em nossos corações.
Feliz Natal para João, Luiz, Miro e Sandra, bem como para todos os Irmãos e familiares que eles simbolicamente representam!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

UM NOVO INCENTIVO À LEITURA
Irm Antônio do Carmo Ferreira

Tenho acompanhado, com grande alegria, notícias divulgadas através dos jornais impressos e até da televisão, a respeito de um novo incentivo à formação do hábito da leitura. Chamam-no de “esquecer” um livro. Simples, mas muito motivador!
Consiste em um amante da leitura “esquecer”  um livro no banco da praça. Ou na banca de centro da sala de espera do médico. Ou em algum assento do ônibus. Em qualquer lugar, a que as pessoas tenham acesso.
A sua destinação encontrar-se-á lavrada na primeira folha do livro, com dizeres mais ou menos assim – “Lembrei-me de você. Leia-o. E depois esqueça-o em lugar igual a este”. Surtirá efeito, ao menos aguçando-lhe a curiosidade com a surpresa do achado e da mensagem!
É como se a gente estivesse completando ou renovando, em nossos tempos, os amores de nosso Ir.’. Castro Alves pela leitura, ao escrever o admirável poema “O livro e a América”. Alí, ele anuncia um grande prêmio a quem amar o livro, certamente a quem fizer dele o melhor uso – a sua leitura. Garante-lhe o título de “Bendito!”
Para ajudar na formação do hábito da leitura, toda iniciativa é de muita validade, especialmente entre nós, que tivemos nosso começo na contramão dessa bênção. Recordo que durante mais de 300 anos, nada se imprimia aqui no Brasil. Era proibida a posse das prensas por mais precárias que fossem.
Como se há de convir e por conseqüência, a extensão era a desqualificação para o aprender a ler. A ausência total do despertar para um bem de tão alto valor para o progresso da humanidade – a leitura.
A leitura traz o mundo para o aconchego de quem a exercita. Mais ainda: abre-o a seu conhecimento. A maravilha dos cenários descritos. O exemplo dos personagens que protagonizam as cenas narradas nos conteúdos que constituem os livros.
Causa tristeza a constatação do que entre nós impede maiores conquistas no crescimento do amor à leitura.  Fatores negativos à nossa cultura escrita, os quais precisamos combater. Reporto-me a dois deles. Ao grande percentual de analfabetos em nossa população. Analfabetos reais e os funcionais. E, ao que se comenta, a existência de escolas sem biblioteca, quando a lei* obriga o seu funcionamento  com tantos títulos quantos sejam os alunos matriculados. Mas um dia, (que seja breve!) essas barreiras serão ultrapassadas ... Que o Grande Arquiteto do Universo nos favoreça.
Vale o esforço  com que todos devemos estar envolvidos em favor da educação, combatendo a ignorância – “a mãe de todos os vícios”. O hábito da leitura será um produto que haverá de vir com esse esforço.  Então, nesse sentido, “esquecer” um livro é atender ao apelo de nosso Irmão Castro Alves – “semear livros à mão cheia” e por isso ser merecedor do título de “Bendito”.
*) Lei federal nº 12.244/2010.


Governo sempre contra o povo
Não vamos entrar no mérito de governo legitimo ou não, o que importa e que trabalha contra o povo, a reforma da Previdência deveria começar com uma auditoria nas contas da previdência, seus gastos, investimentos seus imóveis...
Em um pais onde trabalhador com mais de 50 anos não consegue mais emprego, como contribuir ate mais de 70 anos, na realidade o que o governo quer e que o trabalhador que ganha salario mínimo não se aposente, vamos ter uma massa de homes e mulheres sem emprego e sem possibilidade de se aposentar.
A reforma deve ser ampla, atingir todos, principalmente as casses privilegiadas, políticos, militares, judiciário e funcionários públicos, reduzir os gastos públicos, o numero de parlamentares, deputados federais, senadores, deputados estaduais, vereadores, ex governadores e ex presidentes e suas abastardas aposentadorias.

Nossos governantes e parlamentares so trabalham contra o povo.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

CUSTEIO DA EDUCAÇÃO  NA FALA DO PRESIDENTE
Irm Antônio do Carmo Ferreira

Esse costume de comprar móveis, utensílios, veículos e tudo quanto mais se possa imaginar, para pagamento em “módicas prestações”, tem alimentado situações perversas e mais das vezes desesperadoras, a quantos  se valem desse sistema para satisfação de seus anseios de consumo.
É bem provável que nunca foram alertados para o fato de que ao comprarem  a prazo estão comprometendo rendas e salários de até o 24º mês à frente do momento da aquisição. E muitas vezes sem a certeza ou a garantia de que tais remunerações lhes estarão disponíveis no futuro comprometido.
Nessas “eras de descontinuidade”, em que no momento 12 milhões de brasileiros perderam seus empregos, e estão sem trabalho, confirma-se tal incerteza e se torna um risco comprometer rendas que provenham de salários futuros, de muitos  meses  à  frente. E muitos estão procedendo dessa maneira, atendendo ao aceno do cartão de crédito, parcelando o pagamento em várias prestações, o que encarece as compras com o pagamento do serviço do cartão e alimenta o risco e o constrangimento no amanhã.
É preciso repensar esse costume de gastar mais do que se ganha. E me reporto a este assunto, nesta oportunidade, diante do disse-não-disse político causado pela PEC 241, remetida pelo governo à Câmara, e já se encontra no Senado com o número 55, pretendendo estabelecer fortes mecanismos para limitar os gastos públicos.
Tem sido uma gritaria danada. Cada corporação  reclamando na defesa de seus interesses, sem lembrar do benefício ao todo. Gastar, gastar ... mas há recursos para tanto? “É preciso julgar, pra depois ...” deitar falação, ensina o cancioneiro popular.
De fato, nesses tempos de tanta insegurança, com a vida em risco em cada canto, não há como não exigir dos governantes reforço no custeio do setor ! Quando a nossa saúde, ela mesma, encontra-se hospitalizada, não se vê, sem tristeza, uma hipótese de freio nas despesas com ela!
E a educação e o ensino? Aí é que é “de fazer chorar”, como se freva no carnaval do Recife, falando-se da “quarta feira ingrata”, se se insinua uma limitação nos gastos desse setor, quando nos encontramos a reboque diante de nossas carências, perante a evolução das inovações e da tecnologia já conhecidas pelo resto do mundo!
A esperança ressalta, contudo, e  vem na palavra esclarecedora do próprio  Sr Presidente Temer, para quem “o limite de gastos instituído pela PEC é global. Não é um teto para a educação, um teto para a  saúde ... Nosso horizonte é prestigiar a saúde e a educação, é prestigiar o investimento”. Educação e Saúde teriam tratamento especial com inclusive alocação de mais recursos nos orçamentos que haverão de vir, quer dizer com valores maiores que os consignados em dispositivos dos anos anteriores. “Quando nós”, continua o Sr Presidente, “dizemos que ele será revisável a cada Orçamento, não significa que ele não pode ser além da inflação”. (Diário de Pernambuco, 14.10.16).
Recentemente, o ministro da educação, Sr Mendonça Filho, anunciou que um crédito suplementar de R$5 bilhões havia beneficiado o MEC e “servirá  para pagamento de pessoal e gastos com benefícios em universidades, hospitais universitários, institutos federais além de autarquias e fundações federais. Garantido um reajuste de 10,77% a professores e servidores da área técnica de universidades e institutos federais”. (Jornal do Comércio, 11.11.16). São gestos que fortalecem a crença.
Então vamos pedir ao Grande Arquiteto do Universo para que ilumine os nossos parlamentares, no sentido de que, ao apreciarem a matéria,  tornem exigente, e não falhe, a realidade a que se reporta o Presidente Temer em suas  explicações.