sábado, 14 de outubro de 2017



SEMPRE TRATANDO DE LIVROS E LEITURAS
Irm Antônio do Carmo Ferreira


Estamos lembrados das notícias sobre a destruição que as enchentes deste ano causaram à economia e às pessoas na região da mata sul de Pernambuco. Como também é de recordar a evidência da menina Rivânia, aparecendo numa canoa velha atravessando o rio de águas barrentas, trazendo ao colo uma mochila cheia de livros. Uma crença daquela menina em seu futuro a partir do amor aos livros e da aprendizagem que a leitura dos mesmos proporciona.
Aquelas enchentes, pelo quadro que deixaram, pareciam levar as pessoas às cantigas do fim de carnaval, já na madrugada da quarta feira, “é de fazer chorar” ...
Mas, agora, quero me referir  ao esforço que fazem o governo e a comunidade para o restabelecimento  da paisagem  de normalidade e de bem estar em que anteriormente conviviam as pessoas da região. A mídia impressa, em sua função, tem cuidado de revelar esse grande e inesquecível empenho.
Faz alguns dias, o  ministro da educação, Senhor Mendonça Filho, visitou as cidades atingidas e anunciou a liberação de vultosa quantia, destinada, principalmente, às atividades de reconstrução das escolas com destaque para as suas  bibliotecas. Um gesto de governo que merece ser realçado.
Ele mesmo, o Ministro, veio à região para anunciar o interesse do Ministério, cuja administração lhe foi confiada, para que as pessoas se ilustrem através da leitura, viajando o mundo inteiro e conhecendo os maiores pensadores da humanidade graças a esse veículo de inigualável valor chamado livro, a que o gênio da poesia brasileira – Antônio de Castro Alves – denominou de “audaz guerreiro”.
Seguindo esse esforço, várias instituições culturais do Estado de Pernambuco, nesse tempo,  têm dedicado boa parte de sua atuação em favor da reconstituição das bibliotecas que foram destruídas pelas enchentes. Exemplo disto é a campanha desenvolvida pela Academia Pernambucana de Letras, coletando milhares e milhares de livros com essa destinação. Iniciativa vitoriosa diante da quantidade de obras que lhe foram enviadas, oriundas da comunidade e inúmeras da autoria de seus imortais.
Desejo, nessa trilha de boa vontade, oferecer uma pequena sugestão aos dirigentes dos municípios beneficiados. Que se criem, por iniciativa das Prefeituras, corpos de voluntários, que, presentes nas bibliotecas e ou nas escolas, despertem as pessoas para o hábito da leitura, especialmente a garotada estudantil. Que se estabeleça uma premiação por quantidade de livros lidos com um resumo do que tratava a obra. Coisas assim e ou outras que a inteligência dos administradores municipais ensejar.
Pois de nada valerão esses gestos de reconstrução e reconstituição das bibliotecas da região atingidas pelas enchentes (ou mesmo de outros lugares) se elas servirem apenas de depósito de livros, inclusive porque, se isto acontece, está aí uma desobediência à orientação evangélica, quando fala dos talentos, de que “não se devem colocar os mesmos nas botijas”. Elogiados foram aqueles que os movimentaram.
Quanto às enchentes, elas têm é que ser domesticadas, tornando-se úteis ao invés de agressivas. A solução para isto pode até já estar posta. Quem sabe, bastando persistir tratando-se  de livros e leituras?

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Nossa nova marca


SEMPRE COMBATENDO O BOM COMBATE
Irm Antônio do Carmo Ferreira



O Sistema Jornal do Comércio de Comunicação, recentemente, convocou a sociedade,  para um Seminário sobre “Educação, Emprego e Futuro”. O seu Presidente, ele mesmo, em entrevista de página inteira ao JC, mostrou os caminhos que desejava fossem palmilhados na análise do tema proposto.
A importância da sugestão e a urgência de mudanças nela constatada foram entendidas, de pronto, a se ver com a presença do Ministro da Educação – Mendonça Filho, do Secretario de Educação – Frederico Amâncio, do ex Reitor da UFPE e diretor de articulação e inovação do Instituto Ayrton Senna – Mozart Neves e de muitas outras autoridades e especialistas no assunto, que se encontraram,  expuseram suas idéias, sugeriram soluções.
A formação do brasileiro para a cidadania e a qualificação para o trabalho, nada obstante seu destaque, na letra da Constituição Federal vigente, como direito de todos, não têm alcançado os níveis exigidos para o desenvolvimento de nosso País. Fala-se até que os recursos orçamentários destinados à educação têm crescido nesses anos recentes, mas a qualidade da educação, no geral, não corresponde. Os índices de avaliação, na comparação internacional, nos colocam em grau de mediocridade e revelam uma juventude brasileira carente de conhecimento, portanto  ainda distante das condições para competir com êxito, e sem largada para acompanhar  a velocidade com que o mundo moderno se desloca.
Em foco, um cuidado especial com a formação do professor. Família e  professor antecedem a educação e o ensino. A família, em seu seio, forma o cidadão. Se isto não acontece, a rua deforma. Na escola, o ensino, a qualificação para o trabalho. Mas a escola
não é bastante sem o professor. Ele é peça fundamental na qualificação da escola. Daí o grande e devido cuidado  para com o mestre: sua formação, seu aperfeiçoamento, sua atualização, e sua conseqüente adequada remuneração. Como está é que não pode ficar, pois até a quantidade de inscrições nos vestibulares às carreiras do magistério vem diminuindo a cada ano. O que decerto mostra o desprestígio com que o setor governamental vem cuidando dos profissionais da educação. Triste, é muito triste ver, como o governo se mostra de pouca sensibilidade para com a sorte do magistério, mestres mal pagos e até maltratados ... Telefonem para a casa de um professor e obterão a sábia resposta – “ele foi dar aula”. Sim, com a remuneração que recebe, a resposta certa é essa mesma: foi dar aula.
É preciso estar atento com o futuro. O amanhã é o tempo dos robôs, da substituição dos humanos ou de sua exigente qualificação. Muitas das atuais profissões estão com os dias contados. Enquanto outras de que nem cogitamos, já se acham em gestação. O melhor mesmo é já irmos nos acostumando com a ideia do retorno à escola, sendo que muito antes estará a adequação dos mestres ao preparo desse “mundo novo” que, se dormirmos no ponto, não será “maravilhoso”.
Cumprimentos ao Sr João Carlos Paes Mendonça pela iniciativa. Que seja bem sucedido nesse empreendimento, como aliás tem sido em todos os seus projetos, pela honestidade de propósitos e admirável competência com que os faz.  “Educação, Emprego e Futuro” merece a atenção do governo, embora isto não seja bastante, e, aí sim, o engajamento de todos que, como o Sr João Carlos Paes Mendonça, desejam o progresso do Brasil e a felicidade de seu povo.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

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Espero que os sobrinhos, sobrinhas, cunhadas e irmãos se interessem!
A INTERNET CADA VEZ MAIS PRESENTE
Irm Antônio do Carmo Ferreira

Com o advento da Internet e o rápido crescimento  de sua utilização, o jornal impresso sofreu o impacto desse acontecimento, acendendo-se  sinais de alerta entre os profissionais  do setor, seja empresário, seja jornalista, que, sem demora,  têm cuidado da adequação do desempenho de  suas atividades às exigências das novas maneiras da informação, como ora se transmitem.
As redes sociais e similares  estão aí, veiculando as notícias. Algumas verdadeiras, outras precipitadas e desprovidas de qualquer credibilidade, chegando, muitas vezes, a gerar problemas e danos a pessoas e organizações, que levarão anos e anos para o restabelecimento de sua inocência e de seu conceito. Mas as redes sociais ,nada obstante isto, são a novidade e quantitativamente continuam  disparadas no crescimento.
O homem deixou-se contaminar por essa atualidade. Enquanto foram necessários milhões de anos para se chegar à Revolução Agrícola e, daí à Revolução Industrial, centenas de anos, nesse tempo da Revolução do Conhecimento, em que nos encontramos, bastam dias para que surja um novo produto ou se ofereça uma nova maneira de fazer, não só no segmento industrial da economia, mas em todos os setores do mundo social e de negócios. 
As notícias dos acontecimentos seguem esse destino. Parecendo vivermos um tempo sem pausas, sem possibilidade de espera. Assim como uma “ditadura da urgência.”
 O jornal impresso que circulará amanhã, chega ao leitor com jeito de confirmação. Com odor de arquivo. Salva-o e o salvará ainda por muitos anos, contudo,  o leitor saber que a notícia foi trabalhada, analisada, confirmada por profissionais da informação que estiveram debruçados na elaboração desse produto, respeitando o juramento que fizeram nesse sentido; que houve uma responsabilidade por sua maneira de dizer. Mesmo assim, tem-se a percepção de que as pessoas, hoje,  “querem ser informadas rápido, em vez de serem informadas bem”.
As redes sociais e similares fazem a festa, e a cada dia que passa, crescem e crescem, em quantidade. É a realidade.
Os maçons logo entenderam esse espírito do tempo, e se valeram dessa ferramenta que o hodierno enseja, adequando seus meios de comunicação. Os jornais e revistas editados com periodicidades certas, aguardando o leitor a sua chegada pelos Correios, para conhecer os feitos da Ordem, agora, já existe a versão virtual. Acabou de editar, o jornal já “está no ar”, para sua leitura. É só fazer uma visita ao site do editor. Como é o caso de A Trolha, O Delta, o Universo Maçônico, Arte Real, O Compasso, A Gazeta Maçônica e de muitos outros.
Já em anos recentes, vem surgindo e alcançando grande aceitação o jornal apenas virtual. Exemplos de sucesso:  o Astréa News, do Supremo Conselho do Rito Escocês Antigo e Aceito, Oriente de Jacarepaguá;  e Huzzé, da Grande Loja Maçônica da Bahia. Tivemos até pouco tempo o muito bem  produzido JB News, de Santa Catarina,  mas que encerrou as edições no fim do ano passado.
Fazendo as notícias circularem ao tempo em que os eventos vão acontecendo, estão sendo produzidas as NewsLetters, dentre as quais, no âmbito da Maçonaria, ganham evidência a ACML News editada pelo admirável jornalista Jerônimo Borges, para a Academia Catarinense Maçônica de Letras, e a COMAB Newsletter que informa a seus integrantes as atualidades da Confederação Maçônica do Brasil sob a presidência do GM Gilberto Lima.

O certo é que as redes sociais, os jornais virtuais e a versão virtual dos jornais são, hoje em dia, uma realidade da qual não nos podemos omitir. Temos que nos acostumar com a sua existência e aprender de logo fazer a leitura dos mesmos. E não falta com quê. Os celulares dispõem dos aplicativos para isto. É uma ferramenta na mão de todos sem restrição de idade ou de classe social. Quanto à versão impressa dos jornais, ela continuará. Os empresários do setor atestam esta verdade. A crença no futuro do setor pode ser revelada no investimento das grandes somas com que atualmente eles têm privilegiado seus empreendimentos. 

SEMPRE TRATANDO DE LIVROS E LEITURAS Irm Antônio do Carmo Ferreira Estamos lembrados das notícias sobre a destruição que a...